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NA ESTRADA DA VIDA: APRENDIZADO, JULGAMENTO E LUZ

  • Foto do escritor: Laços Fraternos
    Laços Fraternos
  • 3 de mai. de 2025
  • 4 min de leitura

julgamento
"Olhai para dentro antes de olhar para o outro"

“A caridade divina para convosco é o mais sublime sinal da misericórdia do nosso Criador. Entendei o quão necessário é o perdão divino e o quanto ele está presente em cada instante da nossa existência.

 

Somos pecadores e aprendizes imaturos da vivência, das emoções e dos ensinamentos da vida. Pensar nessa imaturidade como ela realmente é — essa é a tarefa que devemos praticar, conhecendo, assim, nossas limitações.

 

Estamos no caminho da evolução espiritual, mas ainda no início do aprendizado. Temos muita estrada pela frente; portanto, tende paciência com o irmão, tanto quanto nosso Criador tem paciência convosco.

 

Somos crianças aprendendo a andar com as próprias pernas, e essa é uma tarefa que requer aprendizado mútuo — um mostrando ao outro como se segurar, e não apenas apontando suas falhas em tom de crítica.

 

Aprendei uns com os outros que estão próximos e, sendo assim, certamente encontrareis uma, outra ou muitas lições a aprender com as dificuldades alheias.

 

Não trabalheis com as falhas, mas com o ensino de métodos nos quais acreditais que podem dar certo. Estamos todos aprendendo juntos — alguns em graus mais difíceis que outros —, mas todos, juntos.


Partilhai os ensinamentos de modo que o outro não se sinta inferior, mas parte da construção. Sabeis o quanto a humildade é indispensável no processo de cura mútua.


Olhai para dentro antes de olhar para o outro; corrigi-vos por dentro antes de vos considerardes capazes de corrigir alguém. Perpetuai a energia da luz, e não a escuridão do orgulho.

 

Praticai, e vereis que todos nos corrigimos uns aos outros sem a necessidade do julgamento. Deus, nosso Criador, e o Senhor Jesus vos concedam chuvas de bênçãos e sabedoria para o contínuo caminho de aperfeiçoamento.

 

Que assim seja vossa caminhada e a de todos. Fiquem com Deus.”


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COMPLEMENTO DA CARTA ( A caráter de estudo - Simplicidade e pureza de coração)

O evangelho segundo o espiritismo - Allan Kardec - Capítulo VIII - item 1


"1. Bem-aventurados os que têm puro o coração, porquanto verão a Deus. (S. Mateus 5:8.)


2. Apresentaram-lhe então algumas crianças, a fim de que ele as tocasse, e, como seus discípulos afastassem com palavras ásperas os que lhas apresentavam, Jesus, vendo isso, zangou-se e lhes disse: “Deixai que venham a mim as criancinhas e não as impeçais, porquanto o reino dos céus é para os que se lhes assemelham. — Digo-vos, em verdade, que aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, nele não entra rá.” — E, depois de as abraçar, abençoou-as, impondo-lhes as mãos. (S. Marcos, 10:13 a 16.)


3. A pureza do coração é inseparável da simplicidade e da humildade. Exclui toda ideia de egoísmo e de orgulho. Por isso é que Jesus toma a infância como emblema dessa pureza, do mesmo modo que a tomou como o da humildade.Poderia parecer menos justa essa comparação, considerando-se que o Espírito da criança pode ser muito antigo e que traz, renascendo para a vida corporal, as imperfeições de que se não tenha despojado em suas precedentes existências. Só um Espírito que houvesse chegado à perfeição nos poderia oferecer o tipo da verdadeira pureza. É exata a comparação, porém, do ponto de vista da vida presente, porquanto a criancinha, não havendo podido ainda manifestar nenhuma tendência perversa, nos apresenta a imagem da inocência e da candura. Daí o não dizer Jesus, de modo absoluto, que o reino dos céus é para elas, mas para os que se lhes assemelhem.


4. Pois que o Espírito da criança já viveu, por que não se mostra, desde o nascimento, tal qual é? Tudo é sábio nas obras de Deus. A criança necessita de cuidados especiais, que somente a ternura materna lhe pode dispensar, ternura que se acresce da fraqueza e da ingenuidade da criança. Para uma mãe, seu filho é sempre um anjo e assim era preciso que fosse, para lhe cativar a solicitude. Ela não houvera podido ter-lhe o mesmo devotamento, se, em vez da graça ingênua, deparasse nele, sob os traços infantis, um caráter viril e as ideias de um adulto e, ainda menos, se lhe viesse a conhecer o passado.


Aliás, faz-se necessário que a atividade do princípio inteligente seja proporcionada à fraqueza do corpo, que não poderia resistir a uma atividade muito grande do Espírito, como se verifica nos indivíduos grandemente precoces. Essa a razão por que, ao aproximar-se-lhe a encarnação, o Espírito entra em perturbação e perde pouco a pouco a consciência de si mesmo, ficando, por certo tempo, numa espécie de sono, durante o qual todas as suas faculdades permanecem em estado latente. É necessário esse estado de transição para que o Espírito tenha um novo ponto de partida e para que esqueça, em sua nova existência, tudo aquilo que a possa entravar. Sobre ele, no entanto, reage o passado. Renasce para a vida maior, mais forte, moral e intelectualmente, sustentado e secundado pela intuição que conserva da experiência adquirida.


A partir do nascimento, suas ideias tomam gradualmente impulso, à medida que os órgãos se desenvolvem, pelo que se pode dizer que, no curso dos primeiros anos, o Espírito é verdadeiramente criança, por se acharem ainda adormecidas as idéias que lhe formam o fundo do caráter. Durante o tempo em que seus instintos se conservam amodorrados, ele é mais maleável e, por isso mesmo, mais acessível às impressões capazes de lhe modificarem a natureza e de fazê-lo progredir, o que torna mais fácil a tarefa que incumbe aos pais.


O Espírito, pois, enverga temporariamente a túnica da inocência e, assim, Jesus está com a verdade, quando, sem embargo da anterioridade da alma, toma a criança por símbolo da pureza e da simplicidade


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